
Beijo Negro ou sexo anilingual
Razões semelhantes às apresentadas para o sexo oral e um desconhecimento manifesto das opções que o ânus permite nos jogos de prazer, envolvem-no num véu de temores e tabus.
Tanto o sexo anilingual como a penetração anal são disciplinas que atualmente abrem caminho nas variantes do prazer. Muitos casais descobrem as matizes que estas práticas trazem para a relação e esse diferente e singular deleite que proporcionam.
Provalvelmente, o ânus é considerado o local mais oculto e obscuro do corpo. Esse que, inclusivamente mais do que os genitais, se encontra protegido por todos os pudores e as vergonhas sociais.
Por essa razão o seu acesso encontra-se restringido. É o ponto do corpo em que os preconceitos se assanham condenando-o ao esquecimento. São poucas as pessoas e os amantes que se atrevem a vencer esses impedimentos e medos para se abrirem a esse prazer.
Popularmente designado de beijo negro, não é outra coisa senão lamber a ânus com vontade, algumas vezes sozinho, outras em simultâneo com o sexo anal. Qualquer um dos membros do casal pode iniciar nesta grata prática já que o desfrute é similar para os homens e as mulheres.
O ânus é rodeado por inúmeras terminações nervosas constituindo uma zona altamente sensível a qualquer estimulação. Tão pouco existem demasiados segredos para extrair o máximo prazer de uma incursão ao fundo das nádegas. Em alguns casos chega-se ao ânus como um patamar mais no percurso das carícias, beijos e mordidelas dos jogos sexuais. O corpo do parceiro deitado de barriga para baixo com as nádegas relaxadas oferece-se para iniciar a viagem até à obscuridade.
Antes de chegar à intimidade profunda de um homem, é aconselhável um entretenimento prévio, a mulher deverá passar-lhe os lábios e a língua pelas costas, continuar pela parte posterior das pernas (especialmente atrás dos joelhos) e subir apropiando-se das nádegas com leves mordidelas.
Quando ele se ajoelha e eleva as suas nádegas para facilitar a tarefa, é melhor iniciar a ação lambendo o escroto, para depois passar ao períneo, abrir as nádegas com as duas mãos e continuar o caminho até à sua zona mais sensível.
Não é conveniente dirigir a língua diretamente ao ânus, rodeá-lo com a ponta da língua, torna a excitação irresistível, formando uma espiral descente que permite adivinhar onde irá terminar o percurso: mesmo ao centro. A ponta da língua na entrada do ânus move-se para cima e para baixo e de uma lado para o outro, para o relaxar e facilitar a sua dilatação. De seguida, com a língua a formar um tubo, inicia-se um jogo de penetrações alternando a frequência e a velocidade dos movimentos.
Entretanto, pode libertar-se uma das mãos que abrem as nádegas, sem que se interfira com o anilingus, esses dedos livres ocupam-se a acariciar a bolsa caída dos testiculos iniciando de seguida uma suave masturbação, fechando firmemente a mão sobre o pénis.
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